* zênite - adriana zapparoli *


 

P1 Adriana Zapparoli & Eutomia!

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Escrito por adriana zapparoli às 09h04
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Estou aqui também! Uma beleza inteira!

http://legantdecrin.blogspot.com/2012/01/um-poema-de-adriana-zapparoli.html



Escrito por adriana zapparoli às 07h37
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gramaturas avulsas pairam entre sol e neblina. gramaturas cantadas, são gravuras imantadas, por olhos de bermuda, que passeiam pelas vitrines...ainda, um espanto infrequente, tirano e al dente a radar na noite ... e quando, entretanto, flores tísicas, de tempo cenoura, se encontram entre putas e corujas a brilharem com outras criaturas ( morcegos ou de raposa-voadora, uma mariposa, borboleta da noite) não espanta. é metacarpo, membrana e cauda numa zona crepuscular da memória escondida, afoita, pelo escuro reticente daquele sacrifício, entre os sonhos crísticos, sim, de causar espanto. aterrorizando mãos e pés...
um patágio que espreita o sentimento, mais puro, com o plágio: um sentir...



Escrito por adriana zapparoli às 22h23
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- Ornithorhynchus anatinus sonho para larva e pupa: nada mais que um ornitorrinco e o genoma que incuba medo, óleo, cintura,  e um dente bonito. gnoma. nada mais que o impreciso, induto adjacente, leite cético, aplique em cabelo de medusa; térmitas e ouriço. ético e libido que usa flores, textura, improviso, em corpo comprimido dorsoventralmente. técnica em afluente, em trejeito, na clara espessura do desconceito: 

com o esteio gerar o medo em danúbias...



Escrito por adriana zapparoli às 18h50
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entre o lírio. 
 
corola-libido : sua fachada íntegra em colapso.
um sentimento aglutinante, um precipitado.
falo em uma solução insolúvel, resíduo de um mecanismo lírico-
dramático, de déspota matéria carne e creme,
bípede e bulente em refluxo de chumbo fosforecente...
 
 
auréola letal, falo, fragmentário hipócrita e degenerado
cansado de cada dia. o horror, o delírio, de seus gestos.
o mistério do ouvido não estava seguro, zumbido de anestesia citadina
em um  "falo" de cavalo mandarino.


adriana zapparoli
 
 

 



Escrito por adriana zapparoli às 09h27
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Tulipas quase todas...

 

''....
em seu estado de êxtase seu mundo parece cromo de "dolores".
 
em seu talo de fúria, angústia lhe escorrem
por adendos recortes de cegueira
em manhã de flores...
 
seu ódio suplanta o cheiro, o aroma e o couro 
abrindo e fechando a carteira
escorrem sítios entre seus ledores.
 
querendo chorar em travesseiro, arrancando até o último bulbo de cabelo,
com olhar fixo no cantar da chaleira,
entre seu gozo e vapores

seus bolores. cozinhando tulipas, tílias e cheiros, oráculos do medo, 
mantra e louvores:


os seus amores são parreiras... "

adriana zapparoli
 
 

 



Escrito por adriana zapparoli às 16h55
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